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dc.contributor.authorVitor Matheus Oliveira de Menezes
dc.contributor.authorRaquel Souza dos Santos
dc.date.accessioned2024-01-23T07:38:34Z
dc.date.accessioned2025-10-08T08:39:37Z
dc.date.available2025-10-08T08:39:37Z
dc.date.issued01-01-2024
dc.identifier.urihttp://digilib.fisipol.ugm.ac.id/repo/handle/15717717/36591
dc.description.abstractResumo Ao analisar os microdados da PNAD-C (2012-2022), este artigo investiga as oportunidades educacionais e de acesso ao trabalho entre os jovens. A taxa líquida de matrícula no ensino médio avançou entre os jovens com 15 a 17 anos, mas um modelo de transições indica que as desigualdades raciais no acesso ao ensino médio aumentaram entre 2017 e 2022, enquanto a escolaridade da mãe condiciona a formação básica na idade adequada. Ademais, o papel do jovem-estudante se consolidou entre os adolescentes com 15 a 17 anos, mas, para o grupo com 18 a 24 anos, a exclusão dos estudos e do trabalho prevalece entre os jovens negros e do sexo feminino. Por fim, a residência com crianças é decisiva para o acesso a oportunidades entre as mulheres pobres.
dc.language.isoPT
dc.publisherUniversidade de Sâo Paulo
dc.subject.lccSociology (General)
dc.titleJuventude, educação e trabalho no Brasil (2012-2022)
dc.typeArticle
dc.description.keywordsJuventude
dc.description.keywordsEducação
dc.description.keywordsTrabalho
dc.description.keywordsDesigualdades.
dc.description.pages137-160
dc.description.doi10.11606/0103-2070.ts.2023.215306
dc.title.journalTempo Social
dc.identifier.e-issn1809-4554
dc.identifier.oaioai:doaj.org/journal:aabde4c565fb4f2c81dbec2036cf5607
dc.journal.infoVolume 35, Issue 3


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