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dc.contributor.authorLuiza Pessi Rossetti
dc.contributor.authorLeni Dias Weigelt
dc.contributor.authorMicila Pires Chielle
dc.contributor.authorVera Elenei da Costa Somavilla
dc.contributor.otherUniversidade de Santa Cruz do Sul
dc.contributor.otherUniversidade de Santa Cruz do Sul
dc.contributor.otherUniversidade de Santa Cruz do Sul
dc.contributor.otherUniversidade de Santa Cruz do Sul
dc.date.accessioned2023-12-07T02:17:49Z
dc.date.accessioned2025-10-08T08:47:51Z
dc.date.available2025-10-08T08:47:51Z
dc.date.issued01-December-2023
dc.identifier.urihttp://digilib.fisipol.ugm.ac.id/repo/handle/15717717/37302
dc.description.abstractO Transtorno do Espectro Autista (TEA) é um transtorno do neurodesenvolvimento, considerado um problema de saúde pública devido diagnóstico crescente mundialmente. O presente estudo buscou analisar, através das narrativas produzidas pelos pais de crianças com TEA, os sentimentos e as repercussões do diagnóstico na família, bem como as condutas tidas como adequadas em relação atendimento prestados pelos profissionais de saúde. Trata-se de uma pesquisa exploratória descritiva, de caráter qualitativo, desenvolvida em um município no interior do estado do Rio Grande do Sul, onde foram aplicadas entrevistas com 13 pais de crianças com TEA. Os dados foram coletados entre março e maio de 2022, nas residências e no local de trabalho dos entrevistados. Para a análise dos dados utilizou-se o método de Análise de Conteúdo, emergindo quatro categorias temáticas: reações e sentimentos diante de um diagnóstico, o TEA e as repercussões familiares e sociais, narrativas dos pais referentes aos atendimentos prestados pelos profissionais de saúde, condutas profissionais consideradas ideais. Os resultados indicaram que o diagnóstico impacta de diversas maneiras na vida dos familiares, despertando diferentes sentimentos, requerendo alterações na rotina e na vida social, pois a família acaba centrando suas atividades conforme as demandas da criança. Dentre as dificuldades enfrentadas, destaca-se a falta de acolhimento e apoio nos serviços de saúde, dificuldades de acesso às terapias e a escassez de profissionais especializados. Conclui-se que o cuidado efetivo a pessoa com TEA e sua família ainda possui fragilidade e os profissionais devem ser capacitados para as demandas desta condição que vem aumentando.
dc.language.isoPT
dc.publisherUniversidade Federal de Santa Maria (UFSM)
dc.subject.lccEducation
dc.titleUm olhar às narrativas dos pais de crianças com TEA: compreendendo os sentimentos e os desafios na busca por um atendimento adequado
dc.typeArticle
dc.description.keywordsTranstorno do Espectro Autista
dc.description.keywordsSaúde
dc.description.keywordsFamília
dc.description.doi10.5902/1984686X71018
dc.title.journalRevista Educação Especial
dc.identifier.e-issn1984-686X
dc.identifier.oaioai:doaj.org/journal:6af9c29e8b2e4dcf897aec0c292a566d
dc.journal.infoVolume 36, Issue 1


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